Formação Intervenção do Terapeuta da Fala nas dificuldades de alimentação na 1ª infância

90,00150,00

Informações Gerais

Regime: Presencial
Duração: 16 Horas
Data: 19 e 20 Outubro 2019
Horário:
Das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
Local: Porto – Avenida Sidónio Pais 379, Ed. B Sala 11, 4100-468 Porto
Inscrições até: 9 Outubro 2019
Nº Vagas: 10 – 24

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REF: SA191019AM Categoria:

Descrição

As Dificuldades de alimentação na infância são comuns, apresentando uma prevalência de 5% em crianças sem perturbação do neurodesenvolvimento. Por serem alterações complexas e com etiologias diversas, necessitam de uma abordagem multidisciplinar, com a participação do pediatra, nutricionista, psicólogo, terapeuta da fala, terapeuta ocupacional, gastroenterologista (pediátrico), entre outros…

Por tal, torna-se fundamental que o terapeuta da fala ganhe conhecimentos mais amplos sobre a perturbação alimentar e intervir com base numa análise mais alargada da dificuldade e não apenas com o objetivo de habilitar as capacidades motoras orais. Compreender as dificuldades de alimentação na 1ª infância, vai mais além que a caracterização da dificuldade propriamente dita, é ter em conta que os elementos mais importantes da intervenção são o momento da refeição, o conforto da criança e o seu desejo de aprender a comer.

No final da formação, os participantes deverão ser capazes de:

  • Capacitar os formandos sobre os sinais de alerta ao nível do desenvolvimento neurosensoriomotor global para a função alimentar;
  • Capacitar os formandos de conhecimentos para identificação de alterações no desenvolvimento sensoriomotor oral normal para a função alimentar;
  • Capacitar os formandos de ferramentas para avaliação e intervenção nas dificuldades de alimentação na 1ª infância.
Modulo I: Intervenção do TF nas dificuldades de alimentação no recém-nascido

1 – Desenvolvimento sensório motor oral desde o nascimento até aos 6 meses para a função alimentar:
– Relação do desenvolvimento motor oral com o desenvolvimento motor global
– Padrão de sucção nutritiva
– padrão de sucção não nutritiva

2 – Avaliação em recém-nascidos de risco:
– Características da população alvo;
– Protocolo de avaliação da sucção para a alimentação via oral:
1) amamentação
2) biberão

3-Intervenção em recém-nascidos de risco:
– Planear um programa de intervenção nas dificuldades da alimentação por via oral no recém-nascido;
– Diferentes abordagens e técnicas de alimentação no recém-nascido de risco
– Estimulação sensório motora oral
– Estimulação do padrão de sucção nutritiva para o sucesso da alimentação via oral

 

Modulo II: Intervenção do TF nas dificuldades de alimentação em idade pediátrica

1 – Desenvolvimento sensório motor oral dos 6 meses até aos 2 anos para a função alimentar:
– Relação do desenvolvimento motor oral com o desenvolvimento motor global
– Progressão do morder ao mastigar
– Diferentes abordagens para o início da alimentação complementar:
a) Abordagem tradicional
b) Abordagem BLW
c) Abordagem Participativa

2 – Avaliação na função alimentar em idade pediátrica:
– Identificação de sinais de risco para a perturbação alimentar:
– Caracterização da perturbação alimentar (DSM-V)
– Protocolos de avaliação para a função alimentar em idade pediátrica;

3 – Intervenção na função alimentar em idade pediátrica:
– Programas de intervenção na terapia alimentar;

– Planear um programa de intervenção para as dificuldades na introdução da alimentação complementar

– Estratégias de integração sensorial na prática clinica do Terapeuta da fala

– Estimulação sensório motora oral

Ana Marques
Terapeuta da Fala do Unidade de Desenvolvimento da Criança do Hospital Central do Funchal. Mestre em Terapia da Fala – área de patologias da linguagem pela Universidade Católica Portuguesa (UCP), Doutoranda em Ciências da Cognição e da Linguagem pela UCP. Pós-graduada em Neurodesenvolvimento em Pediatria pela UCP. Pós-graduada Técnicas de Neurodesenvolvimento de Bobath pelo European Bobath Tuthors Association. Terapeuta da Fala responsável pelo protocolo da intervenção do terapeuta da fala na Unidade de cuidados intensivos neonatais e pediátricos do HCF. Apresentações orais em eventos científicos nacionais e internacionais, na área da motricidade orofacial, deglutição e linguagem. Publicações em revistas científicas e em livros de resumos de congressos. Formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua do Ministério da Educação, para a área de educação especial. Atividade de docência em mestrados e pós-graduações em terapia da fala nas áreas de motricidade orofacial, deglutição e linguagem em Portugal e Barcelona.
Vice-coordenadora do Departamento de Motricidade Orofacial da Sociedade Portuguesa de Terapia da Fala e Membro da Delegação da Madeira da Associação Portuguesa de Terapeutas.
Terapeutas da Fala

Estudantes de Terapia da Fala (finalistas)

Formação Certificada por:

Entidade Certificada DGERT