Formação Intervenção do terapeuta da fala nas dificuldades de alimentação em idade pediátrica
–ÚLTIMAS VAGAS–

160,00

Informações Gerais

Regime: E-learning
Duração: 14 Horas
Data e Horário:
18 de Maio das 19h30 às 22h00 (2h30)
20 de Maio das 19h30 às 22h00 (2h30)
22 de Maio das 14h00 às 19h00 (5h)
23 de Maio das 14h00 às 18h00 (4h)
Inscrições até: 10 Maio 2021
Nº Vagas:  12 – 30
*A SeedGO reserva-se no direito de não realizar a formação caso não haja inscrições suficientes, procedendo-se à devolução do pagamento efetuado. Antes de comprar alojamento ou viagem, certifique-se connosco se a formação avança.

Campanha “Revela Amizade”

Nota:  A campanha “Revela Amizade” só é válida quando finalizada a inscrição por ambos os amigos, caso isto não se verifique, a inscrição pode ser cancelada. Cada formando tem que deixar nas notas da sua inscrição o nome do amigo, de forma a ser válido o cupão de 20€ desconto: RA20ITFDAIP

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REF: SA180521ITFDAIP Categoria:

Descrição

As Dificuldades de alimentação na infância são comuns, apresentando uma prevalência de 5% em crianças sem perturbação do neurodesenvolvimento. Por serem alterações complexas e com etiologias diversas, necessitam de uma abordagem multidisciplinar, com a participação do pediatra, nutricionista, psicólogo, terapeuta da fala, terapeuta ocupacional, gastroenterologista (pediátrico), entre outros…

Por tal, torna-se fundamental que o terapeuta da fala ganhe conhecimentos mais amplos sobre a perturbação alimentar e intervir com base numa análise mais alargada da dificuldade e não apenas com o objetivo de habilitar as capacidades motoras orais. Compreender as dificuldades de alimentação na 1ª infância, vai mais além que a caracterização da dificuldade propriamente dita, é ter em conta que os elementos mais importantes da intervenção são o momento da refeição, o conforto da criança e o seu desejo de aprender a comer.

  • Capacitar os formandos sobre os sinais de alerta ao nível do desenvolvimento neurosensoriomotor global para a função alimentar;
  • Capacitar os formandos de conhecimentos para identificação de alterações no desenvolvimento sensoriomotor oral normal para a função alimentar;
  • Capacitar os formandos de ferramentas para avaliação e intervenção nas dificuldades de alimentação na 1ª infância.
  • Relacionar o desenvolvimento sensoriomotor oral e sua relação com o desenvolvimento motor global e alimentação;
  • Reconhecer sinais/sintomas da dificuldade de alimentação na 1ª infância;
  • Avaliar de forma adequada a dificuldade de alimentação na 1ª infância;
  • Elaborar um plano de intervenção tendo em conta as informações obtidas da anamnese alimentar, visualização de vídeos e avaliação formal;
  • Caracterizar a dificuldade de alimentação segundo o sistema de classificação DSM-V;
  • Conhecer algumas abordagens de intervenção nas perturbações de alimentação;
  • Saber «olhar» para a função alimentar de uma forma mais ampla tendo em conta: o momento da refeição, o conforto da criança e o desejo da criança aprender a comer.

1 – Desenvolvimento sensório motor oral desde o nascimento até aos 2 anos para a função
alimentar:

a) Relação da função alimentar com o desenvolvimento motor global;
b) Mitos e verdades sobre o comportamento alimentar;
c) Mastigação – como decorre a aprendizagem;
d) Métodos para o início da alimentação complementar:

i) Tradicional;
ii) Baby Led Weaning;
iii) ParticipATIVA.

2 – Avaliação e intervenção na função alimentar em idade pediátrica:

a) Identificação de sinais de risco para a perturbação alimentar:

i) Disfunção processamento sensorial;
ii) Disfunção processamento sensorial oral;
iii) Diagnostico diferencial.

b) Caracterização da perturbação alimentar (DSM-V);
c) Protocolos de avaliação para a função alimentar em idade pediátrica:

a. Screening;
b. Anamnese alimentar;
c. Avaliação formal para as funções orais: mastigação e deglutição.

d) Metodologias de intervenção;
e) Abordagem integrativa:

a. Sinais de prontidão para a alimentação complementar;
b. Do morder ao mastigar: influencia das características sensoriais dos alimentos;
c. Variabilidade alimentar;
d. Estratégias facilitadoras do processo de habilitação.

Ana Marques
Terapeuta da Fala do Unidade de Desenvolvimento da Criança do Hospital Central do Funchal. Mestre em Terapia da Fala – área de patologias da linguagem pela Universidade Católica Portuguesa (UCP), Doutoranda em Ciências da Cognição e da Linguagem pela UCP. Pós-graduada em Neurodesenvolvimento em Pediatria pela UCP. Pós-graduada Técnicas de Neurodesenvolvimento de Bobath pelo European Bobath Tuthors Association. Terapeuta da Fala responsável pelo protocolo da intervenção do terapeuta da fala na Unidade de cuidados intensivos neonatais e pediátricos do HCF. Apresentações orais em eventos científicos nacionais e internacionais, na área da motricidade orofacial, deglutição e linguagem. Publicações em revistas científicas e em livros de resumos de congressos. Formadora acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua do Ministério da Educação, para a área de educação especial. Atividade de docência em mestrados e pós-graduações em terapia da fala nas áreas de motricidade orofacial, deglutição e linguagem em Portugal e Barcelona.
Vice-coordenadora do Departamento de Motricidade Orofacial da Sociedade Portuguesa de Terapia da Fala e Membro da Delegação da Madeira da Associação Portuguesa de Terapeutas

Terapeutas da Fala

Estudantes de Terapia da Fala (finalistas)

Formação Certificada por:

Entidade Certificada DGERT