Brincar: a ferramenta da infância

150,00

Informações Gerais

Regime: E-learning
Duração: 11 Horas
Datas e Horário:
28 de Outubro das 19h00 às 21h30m (2h30m)
30 de Outubro das 19h00 às 21h30m (2h30m)
31 de Outubro das 9h00 às 12h00 (3h00)
5 de Novembro das 19h00 às 22h00 (3h00)
Inscrições até: 24 Outubro 2020
Nº Vagas: 12 – 30
*A SeedGO reserva-se no direito de não realizar a formação caso não haja inscrições suficientes, procedendo-se à devolução do pagamento efetuado pela inscrição.

Campanha “Revela Amizade”

Nota: A campanha “Revela Amizade” só é válida quando finalizada a inscrição por ambos os amigos, caso isto não se verifique, a inscrição pode ser cancelada. Cada formando tem que deixar nas notas da sua inscrição o nome do amigo, de forma a ser válido o cupão de desconto: RA30BFI

Campanha Formação + Livro
Portes Grátis + 10% desconto no Livro "O Piratinha salva o Tagarela"

27 em stock

REF: SA281020BFI Categoria:

Descrição

Nos anos 40, Carl Rogers estabeleceu um novo modelo de psicoterapia – terapia centrada no cliente (mais tarde passou a terapia centrada na pessoa). Esta nova abordagem nasce como um protesto contra o diagnóstico e prescrições. Desta forma, começou a enfatizar a relação terapêutica baseada na genuidade, aceitação e confiança.

 

Através do brincar a criança transmite e comunica experiências, desejos, pensamentos e emoções. Assim, o brincar torna-se numa excelente ferramenta para os terapeutas usarem enquanto observam, avaliam ou intervêm com a criança. Sendo este um bom ponto de partida para os terapeutas considerarem como é que o mundo da criança (características individuais, ambiente do brincar e o contexto sócio-cultural) afeta as suas escolhas durante o brincar. Observar o Brincar espontâneo das crianças, fornece ao terapeuta informação sobre as competências de desenvolvimento, a brincadeira e a resiliência da criança.

 

Isto leva-nos a pensar e colocar algumas questões para refletir…
O que é afinal Brincar?
O que é assim tão especial da relação terapêutica?
Porquê Brincar?
Como é que o terapeuta trabalha com a criança?
Porque é que o brincar provoca mudanças na criança?
Que brinquedos podemos/devemos utilizar?
Se estas questões o fizeram refletir esta formação foi pensada para si!
Mude a forma de intervir colocando o brincar no centro da interação!

No final da formação o formando deverá ser capaz de:

  • Reconhecer o que é Brincar.
  • Observar e refletir sobre o brincar.
  • Avaliar o desenvolvimento natural do brincar.
  • Intervir com a criança utilizando o brincar.
  • Aplicar o Brincar em crianças com desenvolvimento psicomotor atípico.
  • Prescrever o Brincar.
  • Conceito e exploração do Brincar
  • O brincar e a sua influência na relação terapêutica
  • Porque é essencial Brincar
  • Ferramentas e estratégias que o terapeuta pode aplicar quando trabalha/intervém com a criança
  • O brincar e as mudanças que implica na criança
  • Análise e exploração de brinquedos
  • Brincar aplicado às AVD’s
  • Brincar para desenvolver a linguagem
  • Brincar aplicado a crianças com PEA

As sessões de formação síncronas terão lugar na plataforma Zoom.

Previamente à primeira sessão de formação síncrona, os/as participantes deverão participar numa sessão de apresentação online (assíncrona) para apresentação individual, comunicação de necessidades e expetativas e acesso a literatura complementar.

Entre sessões síncronas, espera-se que os/as participantes realizem trabalhos individuais ou em pequeno grupo sobre os temas da sessão anterior (ex: construção de material para a intervenção), recorrendo a aplicações como o WhatsApp e a ferramentas de trabalho colaborativo como as do Google.

Entre sessões síncronas é aconselhada a comunicação entre participantes e entre participantes e equipa pedagógica para continuidade dos trabalhos em curso.

 

Horas de Formação Teóricas: 8h em sessão síncrona

Horas de Formação Prática: 3h em sessão síncrona

Total: 11h

Marta GonçalvesMarta Gonçalves

Deu início a prática profissional como Terapeuta Ocupacional em 2006 e desde logo começou a sua intervenção em pediatria (nomeadamente, em intervenção precoce, contexto institucional e em contexto clínico), dentro das suas competências evidenciam-se a elaboração de avaliação, diagnóstico terapêutico e intervenção em crianças dos 0 aos 12 anos, com perturbações da saúde mental (perturbação do espetro do autismo, mutismo seletivo, perturbações do desenvolvimento sem especificação), perturbações do neurodesenvolvimento e perturbações músculo-esqueléticas. Sempre em simultâneo com duas outras áreas do conhecimento e do seu interesse: integração sensorial e terapia aquática (presentes tanto na sua prática, nos projetos de investigação em que participou como nas formações que ministrou). Tendo trabalhado maioritariamente em equipas multidisciplinares (Psicologia, Terapia da Fala, Terapia Ocupacional e Pedopsiquiatria). Em junho de 2019, decidiu aventurar-se e criar, desenvolver e administrar um novo espaço terapêutico que desse resposta às necessidades das crianças com algum tipo de perturbação do seu desenvolvimento e/ou aprendizagem e às famílias com o objetivo de construir uma equipa sólida, no sentido de realizar um trabalho diferenciado e que envolva as famílias como parte integrante do processo terapêutico. Mensalmente a equipa realiza reuniões de supervisão terapêutica.

Fisioterapeutas
Terapeutas da Fala
Terapeutas Ocupacionais
Médicos
Psicólogos

Formação Certificada por:

Entidade Certificada DGERT

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